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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Twitter admite que não sabe lidar com os 'trolls'


O pessoal do Twitter tem plena consciência de que o serviço não lida bem com os trolls da internet - aquelas pessoas que usam a rede para perseguir os outros ou espalhar comentários inapropriados. Mas ninguém se culpa tanto por isso quanto o CEO da plataforma, Dick Costolo.
Um funcionário da empresa usou o fórum interno para repercutir o caso de Lindy West, uma americana que vem sendo alvo de ciberbulliyng, e Costolo respondeu deixando claro que se o Twitter lida tão mal com questões como essa é porque ele não tomou atitude para combater o problema.
"Nós somos uma droga em lidar com abuso e trolls na plataforma", escreveu ele. "Perdemos usuário atrás de usuário por não abordar simples questões de 'trollagem' que eles enfrentam diariamente."
Como mostra a conversa, obtida pelo Verge, Costolo ainda retornou ao fórum mais tarde para reafirmar que toma responsabilidade "pessoal" pela falha do Twitter. "Nós vamos consertar isso, e eu tomarei total responsabilidade em assegurar que as pessoas trabalhando dia e noite nisso tenham os recursos necessários."

FONTE: OlharDigital

Cientistas descobrem que neurônios funcionam de forma semelhante ao Facebook


Uma pesquisa da Universidade de Basel chegou à conclusão de que as ligações entre os neurônios têm funcionamento semelhante à organização dos contatos em redes sociais.
Isso porque, embora cada célula neural esteja conectada com muitas outras, apenas as mais parecidas apresentam uma ligação mais forte. É exatamente o mesmo conceito de amizade empregado pelo Facebook.
A rede social de Mark Zuckerberg permite que os usuários adicionem milhares de contatos, mas só destaca conteúdo daqueles que efetivamente têm semelhança - ou afinidade - com quem os adicionou.
“Contatos fracos no cérebro têm pequeno impacto, apesar de serem a maioria”, explicou Thomas Mrsic-Flogel, líder dos pesquisadores das universidades de Basel e de Londres, em texto publicado na Nature e repercutido pela Info.
“As poucas conexões fortes de nerônios com funções similares exercem mais influência na atividade de seus parceiros. Isso poderia ajudá-los a trabalhar juntos para amplificar informações específicas do mundo lá fora.”

FONTE: OlharDigital

Orkuti ressuscita Orkut e reúne 150 mil usuários em 4 meses


O Orkut serviu de inspiração para uma rede social que já reúne mais de 150 mil usuários. Batizado de Orkuti, o site conta com mais de 7 mil comunidades. Algumas delas têm mais de 2 mil participantes.
O brasileiro Alex Becher é o fundador do Orkuti. "Não tem nada que seja 100% idêntico, mas tentei manter layout e funcionalidades parecidas", afirmou ele sobre o site em entrevista a EXAME.com.
Jogos como Fazenda Feliz e as opções de temas de fundo para os perfis são algumas das semelhanças da nova rede social com o velho Orkut. Porém, essas semelhanças ainda não foram motivo de dor de cabeça, destaca Becher. 
Ele diz que tentou contato com o Google no fim de dezembro para tentar migrar comunidades do Orkut para o Orkuti. Não conseguiu. Entretanto, destaca que não teve nenhum tipo de problema com a empresa para criar o site.
"Os usuários entram em contato comigo tentando migrar conteúdo, mas é impossível: o Google não libera", Becher diz. Ou seja, quem tinha conta no Orkut tem que criar um novo perfil no Orkuti se quiser reviver o passado.
Diferenças
Apesar das semelhanças, o Orkuti também tem diferenças em relação ao Orkut.
Recursos como a página de notificações (que exibe interações de amigos com o usuário) e a página de scraps (repensada para exibir apenas recados deixados por outras pessoas no perfil do usuário) são algumas das novidades.
Por enquanto, o Orkuti não tem publicidade. Mas, no futuro, Becher pretende obter dinheiro com o site por meio de uma lojinha online e de temas de fundo para perfis de usuário patrocinados por grandes empresas. 
Outros planos para o futuro são a incorporação de recursos como sorte do dia e playlists com músicas do YouTube (previstos para entrar no ar até junho) e o lançamento do site móvel e dos apps para Android e iOS do Orkuti (previstos para o segundo semestre de 2015).
"Minha meta é bater a marca de 1 milhão de usuários cadastrados até dezembro", revelou Becher. 
Orkut
Fora do ar desde 30 de setembro de 2014 (dia de lançamento do Orkuti), o Orkut foi a primeira rede social de muitos brasileiros.
Criado em 2004, o site tinha 4 milhões de usuários em junho do ano passado - segundo dados levantados pela empresa ComScore.
Dono da rede social, o Google decidiu fechá-la em função do crescimento de outros serviços que lhe pertencem - como Blogger, YouTube e Google+.

FONTE: Info

sábado, 31 de janeiro de 2015

Como o "Zuckerberg italiano" quer ajudar o brasileiro a arrumar emprego

Mark Zuckerberg tem sua própria história de sucesso, que todos já conhecem (virou até filme!). No entanto, o Brasil deverá conhecer dentro de pouco tempo a história de outro “Zuckerberg”, vindo diretamente da Itália. 
Na verdade, seu nome é Matteo Achilli, de 22 anos, e acabou de comprar uma Maseratti com o dinheiro que arrecadou com sua rede social, a Egomnia, que está marcada para lançar no Brasil em março deste ano. 
Achilli não quer competir com o verdadeiro Zuckerberg, no entanto. As duas páginas são totalmente diferentes; na verdade, a Egomnia está mais para um competidor do LinkedIn, mas com um diferencial, que é fazer um ranking de jovens com o curriculum mais atraente com base no que as empresas esperam para preencher suas vagas. 
A história da empresa começou há alguns anos, quando ele Matteo Achilli ainda era um estudante do ensino médio, pensando em cursar uma universidade. Ele diz que, ao ver um ranking das melhores faculdades de economia, conseguiu se decidir pela Universidade de Bocconi, no topo da lista. O conceito acabou se aplicando à sua ideia de rede social: um ranking dos melhores candidatos a vagas. 
Sua origem italiana também ajudou a alavancar sua ideia. A proposta da página era ajudar jovens talentosos a encontrar colocação no mercado de trabalho. O problema é que seu país tem uma taxa de desemprego de cerca de 40% na faixa etária jovem, ainda com pouca experiência e em busca da oportunidade para mostrar do que é capaz. 
Há quase 3 anos no ar, a Egomnia pertence 100% a Achilli, algo raríssimo no mercado de startups que lutam bravamente por investimentos externos e acabam cedendo participação em troca do capital para poder investir e crescer. 
O motivo para isso remete ao início da página. Quando teve a ideia pela primeira vez, não sabia nada sobre desenvolvimento para web. Ao consultar agências, sob orientação de seu pai, o valor estimado para criação do site era de 100 mil euros, absolutamente proibitivo. 
Foi então que ele conseguiu finalmente entrar na Universidade de Bocconi. Lá encontrou jovens interessados em participar do projeto. Contudo, em vez de oferecer participação na empresa, como normalmente é feito no nascimento de startups, ele aceitou pagar 10 mil euros com a ajuda de seu pai para que um estudante, Giuseppe Iaobucci, criasse a página. Até hoje ele faz parte da companhia, mas não como sócio. 
Depois do lançamento, houve burburinho e sucesso, com mil inscritos em um dia e a queda do site, incapaz de aguentar os acessos. Ao fim de um mês, eram 15 mil usuários e 100 empresas procurando novos empregados com a ferramenta. 
A partir daí, veio a repercussão internacional, com uma entrevista para um documentário da rede britânica BBC, com o título “Os Próximos Bilionários”. Seu rosto passou a ser conhecido fora da Itália, e ajudou a viabilizar os planos de expansão. 
Porém, Archilli ainda queria criar “hype” sobre o serviço. Não bastava abri-lo a qualquer um; ele queria que as pessoas ficassem “na vontade” de criar seu cadastro e, por isso, barrou inscrições de fora da Itália.
Agora, o Brasil deve ser um dos primeiros países a receber a expansão da Egomnia, junto com Cingapura. E o resto do mundo continua sem poder se cadastrar.

FONTE: OlharDigital

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

domingo, 28 de dezembro de 2014

Facebook é acusado de bisbilhotar mensagens de usuários



Uma ação coletiva movida na Califórnia, Estados Unidos, acusa o Facebook de violar a privacidade dos usuários e escanear o conteúdo de mensagens enviadas com objetivos publicitários. O juiz Phyllis Hamilton, da corte de San Jose, negou o pedido da rede social de arquivar o processo.

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